quinta-feira, 3 de junho de 2010

Suicidas ilustres 01: Nero

Nero, ou Nero Claudius Cæsar Augustus Germanicus, imperador romano de 37 a 68 d.C., mostrou-se cruel e depravado. Condenou o filósofo Sêneca à morte. Obrigou sua mãe, Agripina, que foi também sua amante, a cometer suicídio. Sua segunda mulher, Popéia, foi morta a pontapés durante a gravidez. Com alguns remorsos, após tentar transformá-la em deusa, conheceu um liberto chamado Sporus que se assemelhava à esposa assassinada. Mandou castrá-lo, vestirem-lhe roupas de imperatriz e casou-se publicamente com ele. Andavam ambos numa liteira: ele de imperador, e o escravo travestido. Mandou queimar Roma, cujo incêndio assistiu de longe ao som da lira e de versos que ele mesmo compusera. Gostava de iluminar os jardins de seu palácio com cristãos queimando como tochas.
Após 13 anos de governo, diante de revolta popular e de ser declarado inimigo público pelo senado, cometeu suicídio apunhalando-se após dizer: “Que grande artista o mundo vai perder!”

3 comentários:

  1. Maria Rosa04 junho, 2010

    Sinistro este fato!

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  2. Magali Manzano Ferreira07 junho, 2010

    Nero era Hitler da época? Magali testando

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  3. A arte pode ser expressada de diverssas formas, depende o ponto de vista do artista, as vezes o que é feio pra mim se torna belo para outras pessoas, abraço Dr...fuiiiiiiiiii

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