quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Suicidas ilustres 14: Emma Bovary

Principal personagem do romance Madame Bovary de Gustav Flaubert (1857). Ambientado na França, séc.XIX, esposa do médico Charles Bovary, insatisfeita com o casamento, sonhadora, Emma se apaixona por um jovem aristocrata decadente de Paris, Rodolphe, depois Léon, cometendo adultério e uma série de bobagens caprichosas em nome de um amor insustentável. Como Ana Karenina, acaba com sua vida, mas ingerindo arsênico. Nessa época, como atestam os romances, o adultério era coisa muito séria. Hoje, qualquer criança assistindo novelas globais, aprende que isso não só é normal, como desejável. Adultério, traição, incesto, homossexualismo, promiscuidade. O romance acabou junto com o romantismo?
Durante anos trabalhei em pronto-socorro, atendendo dramáticas situações semelhantes, com os mais variados desfechos. O que sempre me chamou a atenção foi o fato de, em situações passionais, com términos de relações conturbadas, as mulheres tem uma tendência ao suicídio, os homens, ao homicídio, como temos visto no noticiário. Que Deus nos proteja.

3 comentários:

  1. E tudo termina em morte! Acho que terminar em morte é mais válido que terminar em pizza. Bom, desde que a morte não entre na frequência dos finais "pizza". Apesar que isso seria bom, entra na questão anterior de diminuir a população mundial e melhorar a qualidade de vida daqueles protegidos por Deus que conseguem firmemente resitir.

    Ser exceção é uma virtude, por isso, eu fico triste com a morte da Emma.

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  2. Será mesmo que mulheres tem tendência aos suicídio.....me desculpe, mas só as tolas se matam.....as inteligentes matam os traidores!!!
    Essa é minha opinião atual( estou na TPM) TREINADA PARA MATAR!!!!! AHAHAHAAHAHHA

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  3. Credo eu viro uma assassina 10 dias por mês!!! Terá cura para mim?

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